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Representando 21% da população gaúcha, cerca de 2,3 milhões de habitantes, as pessoas negras (pretas e pardas) estão em desvantagem na comparação com os brancos em uma série de indicadores relativos à educação, saúde, mercado de trabalho e representação política no Rio Grande do Sul.

Conforme dados reunidos pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), há, por exemplo, maiores taxas de analfabetismo entre negros do que entre brancos, diferenças significativas nas taxas de Ensino Superior completo, maior distorção idade-série entre negros (percentual de alunos que têm idade acima da esperada para o ano em que estão matriculados), além de maior risco de óbito por Covid-19 entre pessoas com mais de 60 anos e maior taxa de desemprego entre negros em relação aos brancos no Estado.

Pesquisa em Pauta I Panorama das desigualdades de raça/cor no Rio Grande do Sul

Representando 21% da população gaúcha, cerca de 2,3 milhões de habitantes, as pessoas negras (pretas e pardas) estão em desvantagem na comparação com os brancos em uma série de indicadores relativos à educação, saúde, mercado de trabalho e representação política no Rio Grande do Sul. Conforme dados reunidos pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), há, por exemplo, maiores taxas de analfabetismo entre negros do que entre brancos, diferenças significativas nas taxas de Ensino Superior completo, maior distorção idade-série entre negros (percentual de alunos que têm idade acima da esperada para o ano em que estão matriculados), além de maior risco de óbito por Covid-19 entre pessoas com mais de 60 anos e maior taxa de desemprego entre negros em relação aos brancos no Estado.

Predominantemente masculina e com faixa etária acima dos 55 anos são algumas das principais características da população ocupada com atividades relacionadas à agricultura, à criação de animais, aos trabalhos florestais e à pesca no Rio Grande do Sul. De acordo com estimativas de 2019, o Estado tinha 4,4% da sua população ocupada no âmbito rural, o que equivale a 498.410 pessoas, sendo 352.439 homens (71% do total) e 145.701 (29%) mulheres. O percentual está acima do registrado no total da população do RS (51% de mulheres e 49% de homens).

Pesquisa em Pauta I Desigualdade de gênero no campo

Predominantemente masculina e com faixa etária acima dos 55 anos são algumas das principais características da população ocupada com atividades relacionadas à agricultura, à criação de animais, aos trabalhos florestais e à pesca no Rio Grande do Sul. De acordo com estimativas de 2019, o Estado tinha 4,4% da sua população ocupada no âmbito rural, o que equivale a 498.410 pessoas, sendo 352.439 homens (71% do total) e 145.701 (29%) mulheres. O percentual está acima do registrado no total da população do RS (51% de mulheres e 49% de homens).

 As exportações do agronegócio do Rio Grande do Sul atingiram US$ 4,8 bilhões no terceiro trimestre de 2021, uma alta de 59,5% em valor em relação ao mesmo período do ano anterior. Em termos nominais, sem considerar a inflação, o valor exportado no período foi o maior de toda a série histórica, iniciada em 1997, superando a marca anterior, registrada no terceiro trimestre de 2013. Em termos absolutos, o incremento nas vendas de julho a setembro foi de US$ 1,8 bilhão.

Pesquisa em Pauta I Indicadores do Agronegócio do RS - 3º trimestre 2021

As exportações do agronegócio do Rio Grande do Sul atingiram US$ 4,8 bilhões no terceiro trimestre de 2021, uma alta de 59,5% em valor em relação ao mesmo período do ano anterior. Em termos nominais, sem considerar a inflação, o valor exportado no período foi o maior de toda a série histórica, iniciada em 1997, superando a marca anterior, registrada no terceiro trimestre de 2013. Em termos absolutos, o incremento nas vendas de julho a setembro foi de US$ 1,8 bilhão.

Departamento de Economia e Estatística