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Porto Alegre é a capital com maior proporção de empregos formais ligados à economia criativa no país. Os 100.685 postos nos setores da cultura, criatividade, conhecimento e inovação representam 11,9% do total dos empregos formais da cidade, percentual que coloca a capital gaúcha à frente de Florianópolis (11,7%), São Paulo (11,6%) e Rio de Janeiro (10,9%) no ranking nacional. Quando considerado o número absoluto de postos, Porto Alegre está em sexto lugar na lista.

Pesquisa em Pauta - Elementos para a análise da economia criativa em Porto Alegre

Porto Alegre é a capital com maior proporção de empregos formais ligados à economia criativa no país. Os 100.685 postos nos setores da cultura, criatividade, conhecimento e inovação representam 11,9% do total dos empregos formais da cidade, percentual que coloca a capital gaúcha à frente de Florianópolis (11,7%), São Paulo (11,6%) e Rio de Janeiro (10,9%) no ranking nacional. Quando considerado o número absoluto de postos, Porto Alegre está em sexto lugar na lista.

O acesso da população gaúcha à internet aumentou mais do que a média brasileira, superando 10 milhões de pessoas em 2019, o que representa 89,1% dos residentes no Estado. No país, a média é de 86,6%. Os dados fazem parte do Caderno Objetivos do Desenvolvimento Sustentável sobre Indústria, Inovação e Infraestrutura Rodoviária, produzido pelo Departamento de Economia e Estatística, da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG).

A busca pelo cumprimento dos chamados ODS é um compromisso brasileiro, assinado com a Organização das Nações Unidas, e prevê alcançar 17 metas de desenvolvimento até 2030. O objetivo abordado no caderno é o de número nove, que tem a meta de “construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação”. O estudo apresenta dados do Rio Grande do Sul em comparação com o Brasil referentes a sete metas.

Pesquisa em Pauta I ODS-9 no Rio Grande do Sul: indústria, inovação e infraestrutura rodoviária

O acesso da população gaúcha à internet aumentou mais do que a média brasileira, superando 10 milhões de pessoas em 2019, o que representa 89,1% dos residentes no Estado. No país, a média é de 86,6%. Os dados fazem parte do Caderno Objetivos do Desenvolvimento Sustentável sobre Indústria, Inovação e Infraestrutura Rodoviária, produzido pelo Departamento de Economia e Estatística, da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG). A busca pelo cumprimento dos chamados ODS é um compromisso brasileiro, assinado com a Organização das Nações Unidas, e prevê alcançar 17 metas de desenvolvimento até 2030. O objetivo abordado no caderno é o de número nove, que tem a meta de “construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação”. O estudo apresenta dados do Rio Grande do Sul em comparação com o Brasil referentes a sete metas.

No período entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2022, o Rio Grande do Sul registrou um saldo de 130.583 novos postos de emprego formal, uma alta de 5,3%. O setor de Serviços (+59.596 postos) puxou a elevação, seguido da Indústria (+34.428), Comércio (+27.310), Construção (+4.634) e Agropecuária (+4.615), os dois últimos tradicionalmente de menor representatividade na pirâmide de emprego do Estado. Na comparação nacional do período, em termos percentuais, o RS ficou abaixo da média brasileira, que registrou alta de 6,7%.

Pesquisa em Pauta I Boletim de Trabalho (abril 2022)

No período entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2022, o Rio Grande do Sul registrou um saldo de 130.583 novos postos de emprego formal, uma alta de 5,3%. O setor de Serviços (+59.596 postos) puxou a elevação, seguido da Indústria (+34.428), Comércio (+27.310), Construção (+4.634) e Agropecuária (+4.615), os dois últimos tradicionalmente de menor representatividade na pirâmide de emprego do Estado. Na comparação nacional do período, em termos percentuais, o RS ficou abaixo da média brasileira, que registrou alta de 6,7%.

Departamento de Economia e Estatística