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O Boletim de Trabalho é uma publicação do Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG).

Pesquisa em Pauta | Boletim de Trabalho - Dezembro 2022

O Boletim de Trabalho é uma publicação do Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG).

Santa Cruz do Sul foi a cidade que mais avançou no ranking das 10 maiores economias do Rio Grande do Sul referente ao ano de 2020. A cidade do Vale do Rio Pardo terminou o ano com um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 10,49 bilhões, 2,2% do total do RS, o que a levou à quinta colocação no Estado, três posições acima da lista de 2019. Além de Santa Cruz do Sul, Passo Fundo (do 7º para o 6º lugar) e Pelotas (do 10º para o 9º) também ganharam postos no topo do ranking estadual no primeiro ano da pandemia da Covid-19.  

Em 2020, Porto Alegre, Caxias do Sul, Canoas, Gravataí, Santa Cruz do Sul, Passo Fundo, Rio Grande, São Leopoldo, Pelotas e Novo Hamburgo ocuparam, nesta ordem, o ranking das 10 maiores economias do RS. Na comparação com o ano anterior, as cidades permaneceram as mesmas, apenas com alteração em algumas posições.   

O material elaborado pelo Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG), em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra ainda que Porto Alegre, apesar de continuar na liderança, foi a cidade gaúcha que mais perdeu participação no ranking geral, passando de 17,1% do PIB estadual em 2019, para 16,2% em 2020. Em 2020, o PIB da capital gaúcha foi de R$ 76,07 bilhões, 16,2% do total do RS, queda de 0,91 ponto percentual (p.p) na comparação com 2019.

Pesquisa em Pauta I PIB dos Municípios do RS 2020

Santa Cruz do Sul foi a cidade que mais avançou no ranking das 10 maiores economias do Rio Grande do Sul referente ao ano de 2020. A cidade do Vale do Rio Pardo terminou o ano com um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 10,49 bilhões, 2,2% do total do RS, o que a levou à quinta colocação no Estado, três posições acima da lista de 2019. Além de Santa Cruz do Sul, Passo Fundo (do 7º para o 6º lugar) e Pelotas (do 10º para o 9º) também ganharam postos no topo do ranking estadual no primeiro ano da pandemia da Covid-19. Em 2020, Porto Alegre, Caxias do Sul, Canoas, Gravataí, Santa Cruz do Sul, Passo Fundo, Rio Grande, São Leopoldo, Pelotas e Novo Hamburgo ocuparam, nesta ordem, o ranking das 10 maiores economias do RS. Na comparação com o ano anterior, as cidades permaneceram as mesmas, apenas com alteração em algumas posições. O material elaborado pelo Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG), em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra ainda que Porto Alegre, apesar de continuar na liderança, foi a cidade gaúcha que mais perdeu participação no ranking geral, passando de 17,1% do PIB estadual em 2019, para 16,2% em 2020. Em 2020, o PIB da capital gaúcha foi de R$ 76,07 bilhões, 16,2% do total do RS, queda de 0,91 ponto percentual (p.p) na comparação com 2019.

As exportações do agronegócio do Rio Grande do Sul atingiram US$ 4,5 bilhões no terceiro trimestre de 2022, uma queda de 7,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar da queda, em termos nominais o resultado é o terceiro melhor da série histórica do Estado, iniciada em 1997, atrás apenas do registrado em 2021, o melhor de todo o período, e de 2013. As vendas do período foram marcadas por uma queda no volume total de produtos embarcados (-30,5%), o que foi compensado parcialmente pela alta nos preços médios pagos (+33,6%).

Pesquisa em Pauta I Boletim Indicadores do Agronegócio - Terceiro trimestre 2022

As exportações do agronegócio do Rio Grande do Sul atingiram US$ 4,5 bilhões no terceiro trimestre de 2022, uma queda de 7,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar da queda, em termos nominais o resultado é o terceiro melhor da série histórica do Estado, iniciada em 1997, atrás apenas do registrado em 2021, o melhor de todo o período, e de 2013. As vendas do período foram marcadas por uma queda no volume total de produtos embarcados (-30,5%), o que foi compensado parcialmente pela alta nos preços médios pagos (+33,6%).

Departamento de Economia e Estatística